"...Quando peço à minha mente para ficar imóvel, é espantosa a rapidez com que fica (1) enfastiada, (2) zangada, (3) deprimida, (4) ansiosa ou (5) tudo isto ao mesmo tempo.
Como a maioria dos humanóides, tenho o fardo a que os budistas chamam mente de macaco - os pensamentos que passam de ramo em ramo, parando apenas para se coçar, cuspir e gritar.
A minha mente oscila entre o passado distante e o futuro incognoscível, aflorando dezenas de ideias por minuto, desembestada e indisciplinada. Isto em si não é necessariamente um problema, o problema é a ligação emocional que acompanha o pensamento. Os pensamentos felizes fazem-me feliz, mas com rapidez passo outra vez à preocupação obsessiva e a mau humor; depois vem a recordação de um momento de raiva e começa a ficar irritada e aborrecida outra vez...As nossas emoções são escravas dos nossos pensamentos e nós somos escravos das nossas emoções..."
Como a maioria dos humanóides, tenho o fardo a que os budistas chamam mente de macaco - os pensamentos que passam de ramo em ramo, parando apenas para se coçar, cuspir e gritar.
A minha mente oscila entre o passado distante e o futuro incognoscível, aflorando dezenas de ideias por minuto, desembestada e indisciplinada. Isto em si não é necessariamente um problema, o problema é a ligação emocional que acompanha o pensamento. Os pensamentos felizes fazem-me feliz, mas com rapidez passo outra vez à preocupação obsessiva e a mau humor; depois vem a recordação de um momento de raiva e começa a ficar irritada e aborrecida outra vez...As nossas emoções são escravas dos nossos pensamentos e nós somos escravos das nossas emoções..."
in Comer, Orar, Amar de Elizabeth Gilbert
Para perceberem como tudo isto fez sentido para mim, basta dizer que li esta passagem enquanto tomava um banho de imersão (não o faço muitas vezes pelo meu espírito ecológico, mas de vez em quando é assim que descontraio), e a minha reacção imediata foi pensar que tinha de sair do banho para vir fazer este post...a minha cabeça não pára um minuto, não pára de me torturar por vezes...
Sem comentários:
Enviar um comentário