Nós somos um povo tristonho, sim; negativista, sim; sempre a reclamar de tudo o que se passa à volta, sim.
Mas somos um povo acolhedor, simpático, dado, genuíno, generoso, lutador, sonhador...Não há ninguém que venha "de fora" e que não sinta empatia por nós.
Todos sabemos falar "portenhol", inglês "à Mourinho", francês à "Bolloni" (ex-treinador do SCP), e também arranhamos italiano, e outra língua se for preciso.
Somos realmente fantásticos, apesar de nunca o reconhecermos e de termos um incrível complexo de inferioridade.
Isto porque, no outro dia, estava a ver um programa de viagens e o destino era, nada mais, nada menos, que Portugal. Os apresentadores adoraram. Adoraram a forma como nós metíamos conversa com eles na rua, como lhes indicávamos os melhores locais a ir, como os recebemos calorosamente numa casa de Fados, da qual inclusive a apresentadora saiu a chorar, comovida, a dizer que não se importava de ficar cá para sempre. Adoraram o nosso comer, as características do nosso povo.
Temos de nos valorizar, parar de pensar que "lá fora" tudo é melhor que nós.
Nós somos como uma mulher (aquela que comentei num post anterior), eterna insatisfeita consigo própria, que não é capaz de reconhecer os seus valores, as suas virtudes.
Viver em Portugal não é fácil não, a situação actual económica e social está crítica sim, mas temos de pensar que há povos que vivem em condições que nem sequer têm termo de comparação com as nossas.
Chega de negativismo! Temos de ter orgulho no que somos, sejamos Portugueses, ou de outra nacionalidade qualquer.
***
Mas somos um povo acolhedor, simpático, dado, genuíno, generoso, lutador, sonhador...Não há ninguém que venha "de fora" e que não sinta empatia por nós.
Todos sabemos falar "portenhol", inglês "à Mourinho", francês à "Bolloni" (ex-treinador do SCP), e também arranhamos italiano, e outra língua se for preciso.
Somos realmente fantásticos, apesar de nunca o reconhecermos e de termos um incrível complexo de inferioridade.
Isto porque, no outro dia, estava a ver um programa de viagens e o destino era, nada mais, nada menos, que Portugal. Os apresentadores adoraram. Adoraram a forma como nós metíamos conversa com eles na rua, como lhes indicávamos os melhores locais a ir, como os recebemos calorosamente numa casa de Fados, da qual inclusive a apresentadora saiu a chorar, comovida, a dizer que não se importava de ficar cá para sempre. Adoraram o nosso comer, as características do nosso povo.
Temos de nos valorizar, parar de pensar que "lá fora" tudo é melhor que nós.
Nós somos como uma mulher (aquela que comentei num post anterior), eterna insatisfeita consigo própria, que não é capaz de reconhecer os seus valores, as suas virtudes.
Viver em Portugal não é fácil não, a situação actual económica e social está crítica sim, mas temos de pensar que há povos que vivem em condições que nem sequer têm termo de comparação com as nossas.
Chega de negativismo! Temos de ter orgulho no que somos, sejamos Portugueses, ou de outra nacionalidade qualquer.
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